As parcerias produtivas são uma forma eficaz na alfabetização que comprovamos em nossa pesquisa de campo do TCC. Colocarei aqui alguns aspectos principais do desenvolvimento do nosso trabalho, foi muito bom, defender uma ideia que a princípio, ficamos desorientadas nos perguntando será que vai dá certo? Mas no fim deu sim, aliás na minha singela opinião, conseguimos mais do que esperávamos.
A
introdução, o desenvolvimento e a conclusão, que seriam tão previsíveis, deram
um salto qualitativo e um caminhar um pouco diferente do que planejamos,
estudamos, brigamos, mas como todo grupo, tivemos que superar isso tudo, e a
superação fez toda a diferença no final, obrigada meninas por fazerem parte
dessa história, bom agora vamos para o tema.
Um grupo nota 10
Bom
como falei esse trabalho foi feito em grupo então algumas publicações aqui são
retiradas de pesquisas das integrantes Aline, Elaine, Erenilda, Francisca e
Nirlei.
Iniciamos
com um questionamento sobre as abordagens: tradicionais e cognitivista.
Lembrando
que a nossa maravilhosa orientadora Silvia Perrone nos deu uma missão um pouco
estranha a nossos olhos, tínhamos que fazer a introdução primeiro, ou seja desvendar o trabalho sem antes fazê-lo,
uau conseguimos!
Problematizamos
o questionamento principal, da eficácia dessa prática, sendo que enfatizamos
que tal problema iria ser investigado no município de São Bernardo do Campo o
qual fazemos parte, tivemos uma prévia do tema em uma das aulas da Silvia,
aliás, foi essa aula que instigou o desejo de aprofundarmos esse tema,
lembrando que investigamos o papel do professor nessa prática também.
Bom
utilizamos a autora Maria da Graça Mizukami com o livro Ensino: As abordagens do processo, que nos deu uma tessitura
teórica para escrevermos sobre as abordagens. Essa autora exemplifica em vários
módulos várias abordagens da educação, sendo que, colocarei as ideias centrais
da abordagem tradicional e a abordagem cognitivista segundo seus escritos.
Em
suma, Mizukami coloca como abordagem tradicional aquela que tem como base a
transmissão de conhecimentos, o aluno é o receptor passivo, encarado como
produto pronto e o professor o único detentor de conhecimento, cabendo ao aluno
aprender o que é ensinado e pronto.
Na
abordagem cognitivista, o aluno é visto como um sujeito epistêmico, ou seja,
aquele que é capaz de construir seu conhecimento, sendo considerados seus
conhecimentos prévios e sua participação ativa no processo.
Colocamos
um tópico chamado perspectivas na alfabetização, que foi o fechamento dessa
sessão, aonde analisando essas abordagens observamos que não dá para trabalhar
com as duplas produtivas em uma perspectiva tradicional, pois a principal
característica desse agrupamento é a
interação, sendo algo descartado nessa abordagem.
Sendo
assim em uma perspectiva construtivista-interacionista, baseamos esse trabalho.
Bom
que tal uma paradinha por aqui, e visitarmos algumas páginas, sobre dois grandes nomes da educação Émile Durkheim
da abordagem tradicional, e Jean Piaget da abordagem cognitivista. Boa
navegação!

